Ref. / EAN: 3898467 9789722085359
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Por meio de uma reflexão profunda sobre liberdade e o sentido da vida, Knulp oferece uma meditação sobre o dilema entre viver de forma independente, mas solitária, ou conformar-se a uma vida socialmente estabelecida. Através das jornadas de Knulp, o leito r é desafiado a questionar o propósito da existência, da amizade e do amor, num registo envolvente e poético. Com uma profunda conexão emocional com o próprio autor e considerada uma das obras mais belas de Hesse, Knulp é um olhar nostálgico sobre uma Ale manha rural do século XIX e uma viagem introspetiva sobre o peso das escolhas.
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Por meio de uma reflexão profunda sobre liberdade e o sentido da vida, Knulp oferece uma meditação sobre o dilema entre viver de forma independente, mas solitária, ou conformar-se a uma vida socialmente estabelecida. Através das jornadas de Knulp, o leito r é desafiado a questionar o propósito da existência, da amizade e do amor, num registo envolvente e poético. Com uma profunda conexão emocional com o próprio autor e considerada uma das obras mais belas de Hesse, Knulp é um olhar nostálgico sobre uma Ale manha rural do século XIX e uma viagem introspetiva sobre o peso das escolhas.

Sinopse

  • Em três breves relatos, Hermann Hesse apresenta-nos diferentes momentos da vida de Karl Eberhard Knulp, eterno caminhante que percorre sem parar uma parte da Alemanha rural de finais do século XIX. Indivíduo alegre e conversador, Knulp vive na margem da s ociedade, mas não é um marginal. Prescinde dos confortos e da segurança de uma vida estabelecida, tem uma existência incerta, mas em compensação só tem de prestar contas a si mesmo. Assume a sua condição de errante, preferindo arriscar uma vida nos limite s do socialmente aceitável a abdicar da sua independência. Não obstante, Knulp é acolhido de bom grado por quase todas as pessoas, e a maioria delas preza o tempo que com ele passa, antes de este, uma vez mais, sentir a necessidade de liberdade e as deixa r entregues ao seu quotidiano. Ao longo do tempo, Knulp vai-se interrogando sobre o sentido da existência, sobre as virtudes do sedentarismo e da vida em eterno movimento, sobre a amizade e o amor, mas chega uma altura em que, por fi m, regressado à terra natal, contempla o passado e se interroga sobre o que poderia ter sido. Em 1915, Stefan Zweig afirmou ser Knulp o mais belo livro de Hermann Hesse. E acrescenta: «Apresenta-se aqui uma Alemanha que ninguém conhece, nem mesmo nós próprios, os alemães. Uma Alemanha verdadeiramente adorável.» O próprio Hesse veio em 1954, numa carta enviada a um amigo, a escrever: «[Knulp] conta-se entre os poucos dos meus escritos em relação aos quais [.] sempre mantive proximidade e afeição.» «Em pensamentos via-se agora de novo diante do bom Deus, com quem vinha falando incessantemente desde há alguns dias. Não sentia qualquer medo, pois sabia bem que Deus não nos pode fazer mal. Falavam os dois, Deus e Knulp, da falta de sentido da sua vida, de como tudo poderia ter si do diferente, e da razão para que isto e aquilo não pudesse antes ter sido de outra maneira.»

Dimensões LxAxP

  • 23,50 15,70 1,00 cm

Encadernação

  • CAPA MOLE

Nº de páginas

  • 120

ISBN

  • 9789722085359

Editora

  • DOM QUIXOTE

Data Lançamento

  • 29-04-2025

Idioma

  • PORTUGUÊS

Autor

  • HERMANN HESSE

Sobre o Autor

  • Herman Hesse nasceu a 2 de julho de 1877, em Calw, na Alemanha, e morreu a 9 de agosto de 1962, em Montagnola, na Suíça. Distinguido, em 1946, com o Nobel de Literatura, tornou-se uma verdadeira figura de culto, uma referência universal ancorada na exalta ção que faz do indivíduo e na celebração de um certo misticismo oriental. Peter Camenzind, o seu primeiro romance, data de 1904. Uma visita à Índia fê-lo descobrir uma cultura e modos de sentir que o fascinaram: Siddhartha (1922) foi o resultado prático d essa experiência, sendo o seu livro mais lido em todo o mundo. Durante a Primeira Guerra Mundial refugiou-se na Suíça, país neutro, onde adquiriu a nacionalidade em 1923. Entre os seus romances, incluem-se O Lobo das Estepes (1927), Narciso e Goldmundo (1 930) e O Jogo das Contas de Vidro (1943). Explorando sempre o dualismo entre a vida ativa e a atitude contemplativa, Hermann Hesse é, a par de Thomas Mann e Franz Kafka, um dos nomes maiores das letras germânicas.
LIVRO KNULP DE HERMANN HESSE
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